sábado, 29 de novembro de 2008

Problema de Matemática

José Sócrates, numa das suas múltiplas visitas a escolas, numa delas 
considerada escola-modelo onde foi distribuir uns computadores 
'Magalhães' aos 
professores, resolve pôr um problema às criancinhas. 
 

(Desta vez, parece que não houve casting prévio...) 


- Meninos, tenho um problema para vocês resolverem. Quem acertar na solução 

ganha um computador que eu ofereço!!! 

Então, é assim: 

Um avião saiu de Amesterdão com uma velocidade de 800 km/h; a pressão era de 
1.004 ,5 milibares; a humidade relativa era de 66% e a temperatura 20,4 ºC. 
A tripulação era composta por 5 pessoas, a capacidade era de 45 lugares para 
passageiros, a casa de banho estava ocupada e havia 5 hospedeiras, mas uma 
estava de folga.

A pergunta é... Quantos anos tenho eu?

Os alunos ficam assombrados. 
O silêncio é total. 
A professora fica estupefacta. 
Então, o Joãozinho, lá no fundo da sala e sem levantar a mão, diz de pronto: 

- 50 anos, senhor inginheiro!

José Sócrates surpreendido fita-o e diz: 
- Caramba!
Acertaste em cheio. Vou dar-te o computador! 
Eu tenho mesmo 50 anos.

Mas como encontraste esse número?

E Joãozinho diz: 
- Bem, foi muito fácil.  Foi uma dedução lógica, porque 
eu tenho um primo que é meio parvo, e tem 25 anos..

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Vamos ficar a ver passar o TGV…


É de coragem o que o Governo vai fazer. Ou por outra, é grande a ousadia. Inflexível, o Governo vai avançar com os mega-projectos do Aeroporto de Alcochete e do Comboio de Alta Velocidade (TGV), num total de 11,4 mil milhões de Euros, cujo investimento se espera vir a ser retornado daqui a, aproximadamente, 30 anos… Não estivéssemos nós a passar por um dos períodos de maior instabilidade económico-financeira da nossa história, eu diria que a iniciativa de Sócrates & Companhia era de capital importância para o País.

         O País…

         “É a crise, é a crise…” diz o povo olhando para o fundo da carteira, porque, indubitavelmente, é o povo que sente a agudeza de uma crise de marcas tão profundas, e não os governantes que, do alto da sua cátedra, declaram que o País precisa destas grandes obras para se equiparar com os outros países da União Europeia.

         O País…

         Na minha óptica, todavia, um novo aeroporto é imprescindível para Portugal pois, a capacidade do Aeroporto da Portela exceder-se-á muito em breve, comprometendo seriamente as nossas relações com o exterior. Quer isto dizer que os fluxos de pessoas, mercadorias e capitais entre Portugal e o Resto do mundo poderão diminuir, prejudicando a competitividade e a capacidade de resposta da nossa economia. Debate-se muito sobre os impactes ambientais que uma obra desta envergadura implica mas, verdadeiramente, em projectos desta natureza não há soluções óptimas ou mesmo boas, apenas menos más. Se Alcochete é a localização menos má, então que se faça lá o maior Aeroporto do País.

         O País…

         Contudo, perante a falta de liquidez dos mercados financeiros e as flutuações dos preços dos combustíveis, todos estes factores ameaçando a recessão das economias, é incomportável para um país como Portugal levar a cabo estas grandes obras. A meu ver, a implementação do TGV deveria ser adiada. O TGV iria ligar Lisboa e Madrid, Lisboa-Porto, Porto-Vigo e algumas cidades do Alentejo à Capital. Diz o nosso Primeiro-Ministro que, assim, vai ser possível aproximar regiões como o Alentejo e impulsionar a competitividade das mesmas. Mas, esquece-se o Sr. Primeiro-ministro que o poder de compra da população alentejana é inferior à média nacional, para além de que é a região que regista maior índice de envelhecimento e menos deslocações diárias. As viagens de TGV custam o dobro ou o triplo de uma viagem de Expresso ou de comboio e, no caso da ligação Lisboa-Madrid pode-se optar pelo avião que, mesmo para uma média de distância, é hoje muito mais competitivo em termos de oferta de voos. Serão, então, carruagens desertas; um verdadeiro comboio-fantasma…

Posto isto, os 7,1 mil milhões de € seriam muito melhor empregues na criação de um fundo crítico que, em curtos períodos de crise, fomentaria o investimento público, contribuiria para baixar a carga fiscal sobre as empresas e injectaria capital na Banca para garantir as poupanças dos agentes económicos.

         Mas, afinal, que País vai ser este daqui a 30 anos? Desemprego, falta de poder de compra, pobreza, agravamento fiscal, falta de competitividade e recessão são apenas algumas ideias que me vêm à cabeça quando penso no futuro do País.

         Afinal, valha-nos o TGV para ficarmos bem na fotografia…


Texto de: Robalão

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

27/11/2008 Inauguração do Jornal "O Jornal Crítico"


Olá caros leitores, este é o vosso novo jornal de crítica na Web!
Esperamos que possam tirar proveito das informações que podem receber deste novo jornal, vamos tentar tratar de temas da actualidade, excluindo temas mixurucos e sem qualidade cultural.
No entanto (fazendo parte do que é a crítica) não vamos ser parciais, vamos apresentar os factos e dar o nosso parecer!

E como os leitores são o mais importante para este jornal, mandem sempre as vossas críticas, comentários, opiniões, temas que gostariam de ver sob nossa crítica, etc… para o e-mail: ojornalcritico@hotmail.com

O Jornal Crítico